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Gratidão – O sentimento que ilumina nosso coração e constrói pontes

Acredito muito no ser humano, em sua capacidade de evoluir, em sua força para enfrentar e ultrapassar os desafios, em sua bondade e solidariedade.  O valor de uma vida humana é algo inestimável, imensurável, uma vida é tão grandiosa que merece ser vivida em toda sua plenitude e intensidade.

Temos sim em alguns momentos, dificuldades, conflitos, situações que nos desestabilizam, mas se ficarmos simplesmente cultivando sentimentos de raiva, tristeza, mágoa, gastaremos muito de nossa energia que poderia ser utilizada para a busca de soluções.

O que poderemos extrair destes sentimentos além de mais sentimentos ruins?

Porém se olharmos para o que temos, reverenciarmos as belezas em nossa vida, despertaremos para um sentimento libertador: A GRATIDÃO.

Este sentimento que enche nosso reservatório afetivo de bem-estar, este sublime sentimento é despertado através de nosso olhar para as pessoas e situações positivas em nossa vida: seja família, amigos, trabalho, um projeto de vida, ou quando nos voltamos para nós mesmos e percebemos quem somos, ou as possibilidades e oportunidades que temos, ou que podemos ter, enfim…quando olhamos para nossa vida e conseguimos detectar o que existe de bom nela, e creia, sempre existe!!!

E a partir deste sentimento de Gratidão, entrando em uma atmosfera de paz, esperança e emanando mais alegria e abrindo janelas para novas oportunidades, e consequentemente tudo fluirá melhor!!!!

E caso você não esteja conseguindo enxergar o que tem de bom em sua vida, busque ajuda, pois como sempre digo: “Não precisamos dar conta de tudo sozinhos, podemos e devemos ao nos sentirmos mais frágeis, buscar ajuda, pois viemos ao mundo para nos ajudar!!!”

A importância de ser otimista

Tenho me deparado, através de meus atendimentos, com diversos relatos do tipo: “Não consigo pensar positivo”, “Não consigo dominar meus pensamentos negativos, são mais fortes que eu”, “Tudo em minha vida é muito difícil”, “Não nasci pra ser feliz”, “Tudo na minha vida é difícil”, “Não tenho sorte”, “Tenho dedo podre para relacionamentos”, “Era bom demais pra mim”, “Tenho medo de ser feliz”.

Estes são alguns dos relatos que vivencio diariamente em meus atendimentos, e em minha vida social, ao conversar com as pessoas nos diversos ambientes que transito. Estas experiências me fizeram refletir sobre como as pessoas possuem crenças, que são nossos pilares mentais, negativas, enfraquecedoras sobre si mesmas. Como seu modelo mental é negativo e ativado por crenças irracionais, limitantes e com centradas no erro. Esta forma de pensar inibe o comportamento e ação para o novo, bloqueia a coragem, e torna a pessoa mais ansiosa, fazendo com que ela se prepare para algo ruim.

Outra frase recorrente é: “Espero e me preparo sempre para o pior, se acontecer algo bom, tudo bem, mas o negócio é ficar sempre em alerta”.

Este modelo também faz com que a pessoa seja alguém resistente em confiar, está sempre na defensiva; logo seus relacionamentos ficarão comprometidos e possuirá dificuldades de desenvolver relações íntimas de todas as ordens.

Porém, apesar de vivenciar de perto tamanho sofrimento, causados por histórias de desamparo, e crenças disfuncionais sobre si mesmo (a) e sobre o mundo, acredito SIM que seja possível ser feliz e mudar o meio e o final destas histórias, alterar estas crenças e transformá-las em crenças fortalecedoras e positivas, e assim nossa mente se tornará um doce e lindo lugar de PAZ, habitado por MUITO AMOR, AUTOESTIMA, ESPERANÇA, GRATIDÃO E FELICIDADE.

Para eu estar bem com o outro(a), primeiramente eu preciso estar bem comigo mesmo(a)

“Antes de estarmos bem com qualquer pessoa, seja parceiro, parceira, pai, mãe, filho, filha, amigo (a), ou até mesmo em nosso ambiente profissional, precisamos estar bem conosco, nos amar, adorar nossa companhia. E para isto, precisamos nos conhecer, saber quem somos, e o que queremos”.

Esta é uma frase que faz parte de minhas orientações e de meus objetivos terapêuticos, e que digo a muitos pacientes quando iniciam seu processo psicoterapêutico, com os mais diversos sintomas: dificuldades relacionais, síndrome do pânico, depressão, transtornos de ansiedade, dependência emocional, timidez excessiva, compulsões, e outros sintomas recorrentes em uma sociedade como a nossa, que supervaloriza o externo, a imagem e subvaloriza o interno, os sentimentos e emoções.

Além de todos os direcionamentos técnicos que efetuo, e que fazem parte de minha abordagem terapêutica chamada sistêmica, para cada sintoma diagnosticado, passo tarefas e reflexões, e também recomendo com o desenvolvimento da terapia, que procurem estar mais consigo mesmos, os ajudo a se perceberem melhor, conhecer suas emoções e assim aprendam a olhar mais para si mesmos, a valorizar suas conquistas, a desenvolver atitudes positivas, e a melhorar sua percepção do mundo e recomendo que desenvolvam atividades que lhes dêem prazer.

Durante a terapia, os pacientes vão aprendendo a viver intensamente cada momento bom de sua vida, e desenvolvendo recursos internos e externos para que possam transformar adversidades em desafios.

Outras questões relevantes abordadas na terapia é que vivam o presente, pois este pode e deve ser o melhor tempo da sua vida, e através de um olhar sistêmico, sugiro que desenvolvam sua espiritualidade, não falo de doutrina religiosa, mas de ESPIRITUALIDADE, uma força maior, que nos protege, nos ampara, nos conecta melhor com o universo e fortalece nossa resiliência.

Enfim, para que nos sintamos verdadeiramente bem em todos os contextos de nossa vida, precisamos viver em uma casa interna gostosa, leve e saudável, estarmos verdadeiramente BEM com o nosso EU.

Tire o máximo proveito do seu dia de trabalho

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